quarta-feira, 24 de maio de 2017

André Luís Soares, o vencedor do Concurso Literário CATP (Categoria Poesia)

Hoje vocês vão conhecer um pouco mais o escritor André Luis Soares, o vencedor do Concurso Literário CATP na categoria “Poesia” com o poema “À Gaia”.

À GAIA
Chão! Faça alguma coisa
em prol desses teus filhos:
traga uma dose de dor e de martírio
a quem quer que explore
essa pobre gente;
e aos que te semeiam as sementes,
veja se lhes reserva dias melhores.

Chão! Apesar dos frutos e das flores,
eu custo a acreditar
que aqui ficaste inerte,...
ouvindo calado, tanta lamúria.
Por que não te convertes
no lobo dos injustos...
...sugando, aos milhares,
os faustos malfeitores?

Chão! Talvez não seja tarde;...
mas de que vale tua piedade
se dada a quem não merece?
Acorda e ouve atento,
todas as tantas preces
das nações carpideiras,
que não suportam mais a exploração.

Então, abre veio em ti,... Chão...
cospe de teus vulcões, agora...
tua raiva em lava, lança fora
e em catarse, erga essa bandeira
em prol dos infelizes.
Rasga tua carne em sismos,
inunda os latifúndios,
engole os edifícios,
devora os palácios,
inova esses espaços,
redesenhando o caos!...

Lança o planeta inteiro no escuro,
contanto que desapareçam os maus,
mesmo que sobrem apenas
cinco ou dez... pessoas puras,
terá valido cada rachadura e ruga
de tua pele... Chão.

Depois, volta a dormir,
por incontáveis eras;...
assenta o pó e a poeira,...
...e por que não?
Os poucos que ficarem,
por certo, saberão
fazer um mundo novo e melhor,
após tua justiça
feita de cataclismos...
Chão!


Sua obra soma mais de dois mil textos registrados na Fundação Biblioteca Nacional/EAD (RJ), em vasto conjunto que vai do romântico e erótico ao social e político, passando pelo filosófico e pela poesia infanto-juvenil; o que contribuiu para fazer do ‘Gritos Verticais um dos blogs mais conhecidos e bem comentados da web nacional. Como se não bastasse, é membro efetivo da Academia de Artes, Cultura e Letras de Marataízes (AACLM-ES); membro correspondente da Academia de Letras e Artes da Serra (ALEAS-ES); da Academia Mateense de Letras (AMALETRAS-ES); da Academia de Artes de Cabo Frio (AACF-RJ); da Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo (ACLAC-RJ); da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (ALAF-CE) e, também, da Academia de Artes de Cruz Alta (ALPAS-RS).
Assíduo em certames literários, as premiações conquistadas garantiram sua participação em mais de cinquenta antologias, ao lado de grandes nomes da literatura brasileira contemporânea, levando o autor a se tornar colaborador do blog ‘Concursos Literários’, vencedor do ‘Prêmio TopBlog 2012’, categoria: ‘Literatura – Blog Profissional’.
           André Luís Soares nasceu em Brasília, mas passou a infância no Rio de Janeiro. Retornou para a cidade natal e estudou Economia na Universidade Católica de Brasília. Atualmente mora no Espírito Santo, onde sua produção literária ganhou intensidade. Ao longo de sua trajetória ganhou tantos prêmios literários que fica difícil citar todos. Um dos primeiros foi ‘Navegante da Estrela’, promovido pela entidade cultural paulista em 2007.
Em 2011 publicou pelo Clube de Autores o livro ‘Gritos Verticais’, que lhe valeu o ‘Prêmio Cláudio de Sousa’, na categoria ‘Melhores Livros de Poesia 2012’. Ainda em 2012 venceu vários prêmios literários, entre eles, Concurso Nacional Alípio Mendes, do Ateneu Angrense de Letras (RJ); o II Desafio Escrita Criativa, promovido pelo blog ‘Concursos Literários’; o Concurso Literário Nacional do Instituto Hahnemanniano do Brasil (RJ); o XVIII Concurso Literário Internacional Gaya Rasia Alpas 21 (RS), categoria ‘crônica’; e, o Concurso Literário Nacional da Academia Caxiense de Letras (RS) nas categorias ‘crõnica’ e ‘miniconto’. Além disso, conseguiu o segundo lugar no III Prêmio Literário Legislativo de Caçapava do Sul (RS).
Nos fins de 2013 publicou o livro ‘Os Irmãos Malês’ , contemplado com ‘Prêmio Nacional Novelas Históricas da Bahia’, promovido pela Fundação Pedro Calmon. Antes disso, porém. venceu o concurso nacional ‘Poesia – Lâmpada Para o Coração’, da Editora Litteris (RJ); venceu o IV Concurso Nacional ‘Mãos Que Falam’, promovido pela entidade ‘Alma Brasileira’, de Salvador (BA), venceu o I Concurso Literário de Nova Friburgo (RJ), o IV Concurso Nacional ‘Pérolas da Literatura’, promovido pela Secretaria de Cultura do Guarujá (SP) e conquistou segundo lugar no XXII Concurso Nacional Augusto dos Anjos, promovido pela Academia de Letras de Leopoldina (MG), no XI Prêmio Nacional Paulo Setúbal, promovido pela prefeitura de Tatuí (SP) e no XXII Concurso Internacional ‘Sebastião Benfica Milagre’, da Academia Divinopolitana de Letras (MG). Nas categorias ‘conto’ e ‘crônica’, venceu o XX Concurso Literário Internacional, promovido pela Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafaiete (MG), mesmo certame em que conquistou segundo lugar em ‘poesia’.
            Em 2014, venceu o XI Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus; venceu o concurso ‘Mil Poesias de Natal’, promovido pela Academia Mateense de Letras, de São Mateus (ES); venceu o I Concurso Nacional ‘Pé de Poesia’, promovido pela prefeitura de Nova Odessa (SP); venceu o IV Concurso Nacional de Poesias Prof. Aparecido Roberto Tonellotti, promovido pela prefeitura de Franco da Rocha (SP); venceu o IX Concurso Literário Professor Mário Clímaco, promovido pela prefeitura de Ponte Nova (MG) e conquistou segundo lugar na FLIZO – Festa Literária da Zona Oeste, promovida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Por fim, venceu o III Abraço Literário Nacional, promovido pela prefeitura de Gramado (RS).
No ano seguinte, recebeu a Comenda e o Mérito Rubem Braga, da Academia de Arte, Cultura e Letras de Marataízes (ES), pelos relevantes serviços prestados à cultura do Estado do Espírito Santo. Venceu, ainda,  o VI Concurso Literário Prof.ª Edith Braga, promovido pela Associação de Jornalistas do Brasil (Fortaleza-CE); Conquistou segundo lugar no Concurso Literário Nacional da Academia Divinopolitana de Letras (Divinópolis-MG), mesmo evento em que venceu na categoria ‘trovas’. Conquistou segundo lugar no Concurso Literário Rio de Palavras, da Litters Editora (RJ). Venceu o V Concurso Literário Nacional, promovido pela Academia de Letras do Taquari (Lajeado-RS). Venceu o VII Prêmio Iepê de Poesia (Iepê-SP). Encerrando o ano, seu mais novo romance foi um dos vencedores do Prêmio Oliveira Silveira, promovido pela Fundação Cultural Palmares e pelo Ministério da Cultura (Brasília-DF).
           Em 2016 conquistou segundo lugar no IV Prêmio Vinícius de Moraes de Poesia, promovido pela prefeitura de Presidente Vesneslau (SP). Em agosto, iniciou-se o lançamento, em nível nacional, de seu mais novo romance, um dos vencedores do concurso nacional promovido pela Fundação Cultural Palmares e pelo Ministério da Cultura (MinC), em eventos subsequentes, nas principais capitais brasileiras. Venceu, na categoria ‘poesia’, o XVI Concurso Literário Nacional JI/AEPTI, promovido pela prefeitura de Itatiba (SP). Venceu o XI Concurso Sueli Bittencourt de Poesias, promovido pela entidade catarinense ‘Poetas Livres’. Venceu o V Concurso Literário Nacional da Academia Madureirense de Letras, categoria ‘poesia’. Venceu, na categoria ‘conto’, o XXV Concurso Literário Internacional Gaya Rasia Alpas 21 (RS).Finalizando o ano, foi duplamente premiado na categoria ‘poesia’ ao conquistar segundo lugar no IV Concurso Literário Icoense (Icó-CE) e, também, no VI Concurso Literário de Itaporanga (PB).

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Última Semana de Para Onde Ir

Para onde ir no final de semana? Um café com os amigos? Quem sabe, um pouco de cachaça para quem curte... Que tal teatro? Teatro é sempre uma boa pedida... Difícil escolher? Não! Você pode ter tudo isso em um lugar só: Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, pertinho da estação de metrô de General Osório.  O nome da peça é justamente esse: Para Onde Ir e tem como bases os autores Fiódor Dostoiévski e Arthur Rimbaud, no caso, suas respectivas obras, “Crime e Castigo” e “Uma Temporada no Inferno”, linkadas de forma inteligente por Maria Farrar, conhecido poema de Bertold Brecht. 

No processo de transição  de uma referência para a outra, Yashar Zambuzzi, que também assina a adaptação dramatúrgica, faz um jogo interessante e dinâmico com a quarta parede. Este é um dos grandes méritos de Viniani Rayes, que em seu primeiro trabalho como diretora, já chama atenção do público e da crítica. Depois da consagrada Blackbird de David Harrower, peça em que o casal atuou sob direção de Bruce Gomlevsky, não é difícil criar expectativas acerca de Para Onde Ir, mas, de fato, todas elas foram superadas.

O espaço intimista é muito bem utilizado. Yashar consegue com maestria manter vivos os olhos da plateia e dialogar com a mesma em um monólogo de forte dramaticidade e de difícil digestão a curto prazo. Digo isso porque é o tipo de peça que te levará a refletir daqui a uma semana, daqui a um mês, quem sabe, até um ano. É o tipo de peça que o espectador vai carregar na memória por onde andar, em cada bar que parar, em cada mendigo que encontrar.

Apesar da temática, e principalmente, pela forma em que é abordada, Para Onde Ir é pura poesia. Agora que você já sabe para onde ir no final de semana, é só chamar os amigos, lembrando que o espetáculo encerra temporada na Casa de Cultura Laura Alvim, espaço Rogério Cardoso no dia 19 de fevereiro. Sábado será às 20:00 e domingo às 19:00. 















Escritor por Brunno Vianna, historiador especialista em História e Cultura da América Latina, dramaturgo e estudante de teatro. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Sobre o livro 'DÊ UM PLAY NA POESIA" de RODOLPHO GABRY

O título é sugestivo, a capa, por si só, já chama a atenção, mas é o prefácio, onde o doutor em História Política, André Sena, disserta sobre o termo "Poesia". Falo do livro "De um Play na Poesia" de Rodolpho Gabry, que conta com algumas participações especiais. Através desta obra, Rodolpho se mostra um dos grandes poetas da geração atual. Sua obra é repleta de sentimentalismo e romantismo. É a prova de que hoje em dia ainda escrevem sobre o amor. As palavras são simples. Não é difícil se identificar com os poemas, já que todos nós sonhamos e em algum momento de nossas vidas, lidamos com a solidão. Solidão, aliás, é um dos poemas mais impactantes. Por outro lado "O Tempo" e "Pedradas" transmitem belas mensagens. "De um Play na Poesia", é um bom livro para termos em nossas cabeceiras. Mais do que isso, é um alento.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Sobre o livro SACANAS DO ASFALTO de Robson Gundin

Certos livros nasceram para virarem filmes. Este é o caso de Sacanas do Asfalto, escrito por Robson Gundin. Adrenalina é o seu principal ingrediente de “Sacanas do Asfalto” e o aroma é de rock and roll. Ao primeiro olhar, quando os personagens estão ainda na estrada, este parece apenas mais um livro de aventura, mas já a partir do segundo capítulo a trama ganha fôlego. Quando o leitor dá conta, está preso nela. 

Entre os pontos fortes da obra, destaco os personagens, cada um com seu histórico bem detalhado. Aliás, os detalhes são marcantes, o cabelo que balança, a cor da pele, a sensualidade, o nervosismo, as graciosas curvas de Daisy, o chão ensanguentado, tudo narrado com precisão. Não fica difícil para o leitor idealizar Stefani, Rob e Artur. 

Outra característica marcante de Sacanas do Asfalto são as referências aos escritores, livros, cantores e músicas. Entre essas referências estão Quentin Tarantino, Beatles e Agatha Christie. Entre os assuntos tocados, estão os amores virtuais, no caso, entre Rob e Mina. Trata-se de um prato cheio para a juventude antenada.

No terceiro capítulo nem mesmo a crise econômica passa desapercebida. A tecnologia, por sua vez, está sempre presente no enredo. Através das personagens, Robson destaca a importância da internet e das redes sociais na vida dos novos escritores. Todavia, não é o tipo de livro no qual a mocinha se dá bem no final. Aliás, não é o tipo de livro que tem mocinhas. O clima é pesado, bem pesado, com direito a drogas e orgias. A narrativa não tem pudor, muito menos, tabu. 

Já no último capítulo, os sentidos se aguçam. O coração bate mais forte, na espera do que pode acontecer. Literalmente, é um livro que ferve, independente de qualquer coisa. 


domingo, 22 de janeiro de 2017

Deu Sarau

Escrever um livro não é o suficiente. De modo geral, a parte mais difícil é a divulgação, pelo menos para os autores independentes. Na busca pelo reconhecimento, o sarau acaba sendo o melhor caminho. O Rio de Janeiro está repleto deles, mostrando que apesar da crise, a cultura, de alguma forma, ainda resiste. 

Se engana quem pensa que um sarau se limita à poesia. No sarau cabe tudo, teatro, dança, música, contadores de histórias... E cada um com sua particularidade. 

Os atores BRUNNO VIANNA e ROBERTO MENIGUELO apresentando uma cena de Hamlet no Sarau Bar - Ilha do Governador


O Sarau do Alemão conta com muitas crianças entre os espectadores e revela muitos talentos de uma das comunidades mais conhecidas do Rio de Janeiro. A violência local acaba sendo um empecilho em algumas edições. Por outro lado, ele se torna o maior veículo de resistência local, refletindo a voz de tanta gente que sofre os mais variados tipos de preconceitos. 

Sarau do Alemão - Morro do Alemão 

No sarau que ocorre mensalmente na sede da Companhia de Arte e Teatro Popular - CATP, o forte são os debates acerca da criação poética e das dificuldades enfrentadas por cada artista e os sorteios de livros. Artistas como Davi Giordano, Bruno Black e Evandro Ferreira engrandeceram o evento com suas participações. Os que não puderam estar presentes, como é o caso de Pedroom Lanne, Vitória Moreira e Pedro Marinho, enviaram livros para serem sorteados. 

Sorteio de livro no Sarau CATP
Quinta edição do Sarau CATP que contou com a participação especial do poeta
EVANDRO FERREIRA, lançando seu livro Amar com Poesia 

Mesmo com essas participações, a dificuldade de manter um público fixo ainda é grande. Felizmente este não é o caso do Sarau Bar, comandado pelas irmãs Karla e Graça, se figurando como um dos principais points culturais da Ilha do Governador, ao lado, do Polo Cultural, tão bem gerenciado por Gilberto D'alma. Tanto no Sarau Bar quanto no Polo, percebemos a riqueza cultural da Ilha do Governador, que se contrasta com a ausência de políticas públicas e espaços para que os artistas locais mostrem suas artes. Outra grata surpresa é o Sarau Descabelados, que acontece na Biblioteca Municipal de Bangu.

Sorteio de livro no Sarau CATP
Participação especial do poeta BRUNO BLACK do Sarau Descabelados no Sarau CATP 

Sarau Bar

Sarau na Casa D'alma 
Sarau Bar 
 

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Os Lúcidos Enlouquecem Mais na CATP - Taquara

No mês de janeiro, a Companhia de Arte e Teatro Popular (CATP) está mostrando que na vida real e na ficção OS LÚCIDOS ENLOUQUECEM MAIS. Este é o nome do mais novo projeto teatral do diretor e dramaturgo Brenno Costa.

Apesar do pouco tempo de estrada, Brenno Costa consolida em seu segundo trabalho, um jeito próprio de escrever, um teatro marginalizado e provocativo, tanto para o público quanto para os atores Roberto Meniguelo, Galdy Galdino e Thereza Cristina.

As bebidas álcoolicas e o cigarro mais uma vez se fazem presentes na obra do autor, movida ao melhor rock and roll, em ritmo tão intenso que a peça, ao primeiro olhar, pareceu veloz. Isso não se configura um defeito, pelo contrário, faz parte da dança. Felizmente, o elenco sabe o momento certo de desacelerar. No geral, estavam todos bem e soltos em cena. O telefone improvisado, o duelo entre as personagens de Theresa e Roberto e o momento do tiro me causaram mais impacto. Porém, o começo, com Jack se drogando, e o final, com o surto da Aline, poderiam ser um pouco mais demorados.

 


A prostituta Aline foge do esteriótipo e demonstra certo desapego, é uma prostituta que ama, servindo de contraste aos demais personagens. Esse contraste é bem trabalhado pela direção e elenco, que afrontam sem pudor  a onda do politicamente correto. OS LÚCIDOS ENLOUQUECEM MAIS, sobretudo, é um espetáculo que ferve. Mais do que isso, faz a plateia ferver. 

                                             

A peça está em cartaz no mês de janeiro, sempre aos sábados a partir das 20:30. O ingresso custa R$ 20,00, mas quem quiser poderá colocar nomes na lista amiga e pagar R$ 10,00. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Lançamentos de livros

O blog Encontro de Cultura volta das férias falando da nova safra de poetas. Faz muito tempo que não vejo um mês tão movimentado quanto novembro. Isso só mostra que apesar da crise, a cultura resiste. A FLUPP da Cidade de Deus mostrou a cara desta resistência, autores que nascem na margem e que muitas vezes só encontra caminho na literatura independente, poetas e poetisas que buscam um lugar ao sol. Para quem quer conhecer alguns dos novos autores, no dia 18 / 11, Débora Zambi estará lançando o seu livro "João de Monte Belo"no IV Festival Literário Internacional de Diáspora Africana de São João de Meriti às 18:00 na Tenda Carolina de Jesus. É bom chegar antes das 18:00 para prestigiar os demais eventos do Festival. Enquanto isso, hoje vai rolar o lançamento do livro "O Mistério das Quatro Estações" de João Pedro Roriz, que comemora dez ano de carreira no Centro de Artes Calouste Gulbenkian. É arte que não acaba mais!